Da mesma forma, não defendemos o Porte de Arma livre, tal como existe nos estados do Alaska e em Vermont, nos EUA, em alguns cantões da Suíça e em Israel. O que defendemos é o Porte de Arma Não Discricionário, isto é: o Estado estabelece rígidos critérios para a concessão da licença de porte, mas não a negará para quem os satisfizer. Essa é a política de segurança pública que já é adotada em 35 estados norte-americanos com grande sucesso e, acreditamos, também será um sucesso no Brasil. Lembramos que o Porte de Arma não é uma “licença para matar” (ao estilo James Bond) e que os contemplados estão sujeitos às mesmas leis e punições que os demais cidadãos.
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