O funcionário de uma empresa de segurança privada que presta serviços no bairro do Morumbi, zona oeste de São Paulo, foi morto com um tiro na cabeça, às 5h de sábado (12).
Câmeras de segurança da rua onde o vigilante Arnaldo Santos Martins, 36, foi baleado gravaram o momento em que ele foi surpreendido dormindo dentro do carro da empresa para a qual trabalhava, obrigado a tirar o colete à prova de balas que usava, colocado de joelho na rua e assassinado com um tiro na cabeça.
As imagens foram exibidas pelo "Jornal da Band", da TV Bandeirantes. Os assassinos estavam em um moto e fugiram levando o colete à prova de balas de Martins, que estava cobrindo férias de um outro vigilante no Morumbi.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Um pouco de observação
Finalizando, convidamos o leitor a observar atentamente a vida particular e a postura dos políticos que defendem o desarmamento civil, assim como de seus familiares. Este político anda desarmado e sem segurança? Em sua residência não há vigilantes armados na portaria? Durante a campanha eleitoral ele (ou ela) não se fez acompanhar por seguranças armados? Em sua propriedade rural (sítio ou fazenda) não há funcionários armados? Sua família não conta com proteção armada?
A foto abaixo mostra o governador do Estado do Paraná, Roberto Requião, um dos maiores defensores do desarmamento neste Estado, atirando com um fuzil de sua coleção no 22º BIB. O exemplo é eloqüente.
Hoje, armar-se ou não, é uma opção individual. Se a lei do desarmamento for aprovada, você acredita que esses políticos vão obedecê-la?
Fonte: Armaria Online.
Basta de hipocrisia
Recentemente chegou à nossas mãos cópia de um pedido de aquisição de munição calibre .40S&W para a empresa INFOGLOBO, a editora do jornal O GLOBO – o jornal mais comprometido com o desarmamento civil no país. Quando oficialmente inquirido porque motivos a INFOGLOBO estava autorizada a usar armas de calibre de uso proibido para civis em sua segurança, o Exército (1ª RM) confirmou a autenticidade do documento respondendo de forma lacônica ao nosso ofício.
Como se vê, quando as pessoas falam em desarmamento, em verdade estão pensando em desarmar “os outros”.
No exterior também é assim. Há alguns anos atrás, um editor do jornal Washington Post (que junto com o NY Times formam a linha de frente da campanha anti-armas nos EUA) chamou a polícia porque alguns desconhecidos invadiram sua casa pulando o muro. Quando a polícia chegou os invasores já haviam fugido, mas os policiais encontraram o editor portando uma arma ilegal. A notícia foi escândalo na capital dos EUA e revelou a política “façam o que eu digo e não o que eu faço” do jornal.
Fonte: Armaria Online.
A legislação atual é frouxa?
A Lei 9437 de 20 de fevereiro de 1997 pode ser considerada draconiana. Seu Artigo 10 determina que uma pessoa portando, transportando ou apenas possuindo uma arma sem registro será condenada a detenção de 1 a 2 anos. No caso de arma ser de uso restrito ou proibido a pena será de 2 a 4 anos.
Considerando-se que a polícia do Rio de Janeiro apreende cerca de 10 mil armas por ano e a de São Paulo cerca de 15 mil, podemos então imaginar que, apenas no eixo Rio/São Paulo, 25 mil pessoas vão para a cadeia todos os anos por porte ilegal de armas, certo? Ou será que essas armas foram apreendidas andando sozinhas nas ruas?
É evidente que isso nunca aconteceu, nem mesmo antes do advento da Lei 10.259 de 2001 que tornou novamente esses crimes afiançáveis.
Isto mostra que as autoridades policiais e judiciárias não vão condenar um homem de bem, trabalhador e pai de família, à cadeia apenas porque ele estava amedrontado e se armou. É justo arrasar a vida de um cidadão apenas porque ele estava com medo?
Uma lei draconiana acaba não sendo aplicada e fica desmoralizada. A Lei 9437 tem sido usada com fins políticos, para execrar junto a opinião pública personalidades que não agradam à imprensa ou as autoridades do momento. O que a sociedade brasileira precisa é de uma lei exeqüível e que seja aplicada com rigor, não uma lei muito rigorosa que “não cola”.
Fonte: Armaria Online.
Fonte: Armaria Online.
O Porte de Arma deve ser livre?
Da mesma forma, não defendemos o Porte de Arma livre, tal como existe nos estados do Alaska e em Vermont, nos EUA, em alguns cantões da Suíça e em Israel. O que defendemos é o Porte de Arma Não Discricionário, isto é: o Estado estabelece rígidos critérios para a concessão da licença de porte, mas não a negará para quem os satisfizer. Essa é a política de segurança pública que já é adotada em 35 estados norte-americanos com grande sucesso e, acreditamos, também será um sucesso no Brasil. Lembramos que o Porte de Arma não é uma “licença para matar” (ao estilo James Bond) e que os contemplados estão sujeitos às mesmas leis e punições que os demais cidadãos.
O Porte de Arma deve ser livre?
Da mesma forma, não defendemos o Porte de Arma livre, tal como existe nos estados do Alaska e em Vermont, nos EUA, em alguns cantões da Suíça e em Israel. O que defendemos é o Porte de Arma Não Discricionário, isto é: o Estado estabelece rígidos critérios para a concessão da licença de porte, mas não a negará para quem os satisfizer. Essa é a política de segurança pública que já é adotada em 35 estados norte-americanos com grande sucesso e, acreditamos, também será um sucesso no Brasil. Lembramos que o Porte de Arma não é uma “licença para matar” (ao estilo James Bond) e que os contemplados estão sujeitos às mesmas leis e punições que os demais cidadãos.
Fonte: Armaria Online.
A venda de armas deve ser livre?
A ANPCA não defende a venda indiscriminada de armas (nos supermercados, por exemplo). Entendemos que é um produto que deve ser controlado pelo Estado. Entretanto, quando o Viva Rio ou o Sou da Paz usam a palavra “controle”, na realidade é um eufemismo para dizer proibição total. A ANPCA entende que o controle deve ser exeqüível e não penalizar absurdamente o comprador de arma legal.
Fonte: Armaria Online.
É ruim andar armado?
É ruim andar armado?
Enquanto ONGs, o governo federal e alguns governos estaduais tentam desarmar os cidadãos, existem inúmeras categorias profissionais que têm direito ao Porte de Arma funcional previsto em lei, a saber: juizes, promotores, procuradores, defensores públicos, procuradores da receita, deputados estaduais, deputados federais, senadores, secretários e sub-secretários de estado, chefes de gabinete do executivo, superintendentes de autarquias, superintendentes de fundações e de empresas públicas, ocupantes de cargos governamentais em comissão, bombeiros, auditores da fazenda nacional, agentes penitenciários e, finalmente, policiais e militares.
Além desses, os Oficiais de Justiça, muito embora não tenham porte de arma garantido por lei, de um modo geral contam com a boa vontade das Secretarias de Segurança e obtém com facilidade seu porte de arma comum.
O que se percebe é que no Brasil existem duas castas de cidadãos: os que pagam impostos e os que vivem dos impostos. Para estes últimos, cidadãos da Casta Superior, é assegurado o direito à legítima defesa, muitas vezes com “guarda-costas” pagos pelo erário. Os outros, da Casta Inferior (também chamados de contribuintes), são considerados de baixo padrão social, intelectual e moral e, por isso, não podem ter armas. Se andar armado é ruim ou perigoso, porque tanta gente deseja andar armada?
Fonte: Armaria Online.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A FARSA DA DIVISÃO DO PARÁ...
...É CRIAR MAIS UM CAMINHÃO DE POLÍTICOS; IMAGINE VOCÊ... SOMENTE VEREADORES, TEMOS APROX 63.000 EM TODO O BRASIL. COMECE A FAZER CONTAS DE QUANTO SE PAGA A ESSE POVO TODO, SEM CONTAR COM ASSESSORES, CARGOS COMISSIONADOS, PENETRAS, MAIS: DEPUTADOS ESTADUAIS E FEDERAIS, SENADORES, GOVERNADORES E TODA A CAMBADA QUE ESSE POVO LEVA COM ELES. E A MÍDIA? LHE DIZ ALGUMA COISA SOBRE ISTO? SÓ DIZ QUE COMPAREÇA AO PLEBISCITO ETC, ETC, E TAL. VOCÊ ACHA POUCO O QUE VOCÊ PAGA DE IMPOSTOS PARA SUSTENTAR QUEM SÓ FAZ GASTAR, E DE MUITO? ABRAM OS OLHOS QUE A FARSA ESTÁ ESTAMPADA!!!
Assinar:
Postagens (Atom)